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5 filmes para assistir no final de semana

Uma listinha de filmes para todos os gostos. Tem comédia bobinha, suspense, desenho…

Se você é daqueles que fica horas e horas passeando pelos catálogos de filmes e não consegue se decidir, facilitei a sua vida e fiz uma lista com 5 filmes bem legais, tanto pra quem curte um suspense baseado em fatos reais, quanto pra quem gosta de desenhos dos anos 90, ou para aquela galera que prefere uma comédia bem levinha pra assistir antes de dormir.

Contei um pouco sobre cada um e falei o porquê eu gostei e indico. ;)

Leia o post até o fim porque tem muito filme interessante por aqui.


Aladdin

É um privilégio ver um dos desenhos mais lindos da Disney virar um filme bom! O ator fofo Mena Massoud dá voz e corpo para o jovem ladrãozinho Aladdin, que vive com seu pequeno macaco Abú nos ombros.

Para quem não assistiu quando era criança, a história conta que Aladdin vive nas redondezas de Agrabah, e é conhecido por roubar os feirantes, com a ajuda e agilidade de Abú. O intuito é um só, ele rouba pra poder se alimentar, já que é sozinho no mundo. Em determinado dia, acaba conhecendo e ajudando – sem querer – a famosa princesa Jasmine, que se apresenta à ele apenas como criada do palácio. Com o objetivo de devolver o bracelete dela, ele vai até o palácio, e acaba se tornando prisioneiro de Jafar, o vizir do sultão, que o convence a ir em busca de uma lâmpada mágica. Ele consegue encontrar o tal objeto, que fornece 3 desejos ao seu novo dono. E aí é que toda a mágica – literalmente – acontece.

O filme é lindo, figurinos coloridos e bem elaborados, e o cenário é de brilhar os olhinhos das crianças e dos adultos. Direção de arte um show à parte. As músicas são as mesmas, e é -bem provável- que você se pegue cantarolando na poltrona do cinema “o mundo ideaaaal é um privilégio ver daqui…” ou que involuntariamente balance seu corpo enquanto Will Smith, como o gênio da lâmpada, canta “príncipe Ali é esse aqui Ali Ababwa…”

Fico muito feliz quando a história original é mantida e são realizadas quase que imperceptíveis mudanças. Afinal, estamos mexendo com memórias da nossa infância e não seria bacana que elas sofressem alterações nessa altura da vida.

Mena Massoud, que faz o Aladdin, é a própria personificação do personagem. O trabalho corporal é impecável! Naomi Scott, dá vida à uma tímida, empoderada e bela (põe beleza nisso!) Jasmine. E o gênio Will Smith dá o tom do humor com seu leve e divertido gênio da lâmpada. Todos ÓTIMOS!

É aquele filme gostosinho pra se emocionar, dar risada, cantar junto e sair do cinema dançandinho. 


Infiltrado na Klan

Infiltrado na Klan é baseado no livro que conta a história real de Ron Stallworth, que aconteceu no Colorado nos anos 70. O filme concorreu a 6 Oscars, incluindo o de “Melhor Filme” e venceu “Melhor Roteiro Adaptado”.

Filmão! Daqueles de ficar com a respiração presa do começo ao fim. É tenso! E muito bem dirigido!

O filme conta a história de Ron Stallworth, o primeiro detetive negro do Colorado, que consegue se infiltrar na Ku Klux Klan*. Ao ler um anúncio de jornal, ele faz um telefonema, dá o seu próprio nome e se propõe a fazer parte do grupo, usando inclusive xingamentos contra sua própria classe, para parecer ainda mais real.

Ron (John David Washington) realizou muitos telefonemas com os líderes do grupo racista a fim de ganhar a confiança deles. Treinou um dos policias brancos (Adam Driver), que faria o papel dele quando tivesse que estar pessoalmente nas reuniões, ensinando-lhe a maneira como fala e as expressões que usa, para que ambos não fossem desmascarados.

E se infiltraram REAL no grupo sem que absolutamente ninguém percebesse. Claro que durante toda a trama rola uma desconfiança aqui e outra ali, mas foram meses acreditando nos policiais disfarçados, sem quase nenhuma brecha. Aí é assistir pra ver qual foi o desfecho, porque o mais legal é realmente não saber até os últimos segundinhos o que aconteceu.

É pesado, é triste, é real e o pior de tudo, atual. O racismo ainda existe e a luta pra acabar parece ainda estar longe do fim.  É um filme importante e intrigante.

Prepare o saco de pipoca e separe duas horas e 20 e poucos minutos pra não sair de frente da tv.

*A Ku Klux Klan é o nome de três movimentos distintos dos Estados Unidos, que defendem correntes reacionárias e extremistas. O objetivo deles é “purificar” a sociedade americana. Eles são à favor de atos terroristas para exterminar negros, católicos e judeus. É um grupo de ódio.


Mistério no Mediterrâneo

Filme bobinho, comédia bem leve e óbvia, mas que rende boas gargalhadas. É fato que Adam Sandler e Jennifer Aniston formam uma boa dupla quando o assunto é fazer o público rir.

Nick (Adam Sandler) é um policial que sonha em ser detetive há anos, mas nunca conseguiu se tornar um. Segredo que ele guarda de sua mulher Audrey (Jennifer Aniston), que acredita que o marido é um profissional incrível na área.

Audrey sempre teve o sonho de conhecer a Europa, então Nick resolve levá-la para uma lua de mel tardia em Mônaco. No avião mesmo, eles conhecem um milionário que oferece para que o casal passe alguns dias no navio do tio dele. Eles obviamente aceitam, mas o que eles não imaginavam, é que acabariam envolvidos em uma investigação em torno de um assassinato que acontece no navio, enquanto eles estão lá.

Em meio as tentativas de descobrir quem é o verdadeiro assassino, a dupla percebe que todos acham que eles são os principais suspeitos. Então começa a correria para eles desmentirem essa história e desvendarem quem foi que puxou o gatilho (ou, nesse caso, quem enfiou a faca!)! E aí que a história começa a se desenrolar.

O casal deslumbrado é muito atrapalhado, então hora ou outra você vai se pegar rindo de alguma piada ou atitude da dupla.

Mas não, não é terror e nem suspense. Pode até parecer meio “sessão da tarde”, é a comédia perfeita pra quem quer ver algo bem levinho pra distrair a cabeça. E garanto que você vai querer acompanhar do começo ao fim, pra saber quem é o assassino (você só vai saber bem lá no finalzinho).

Tem na Netflix!


Amor e Revolução

O romance tem como pano de fundo o Golpe Militar Chileno de 1973, que derrubou o presidente então eleito Salvador Allende e elegeu o ditador Augusto Pinochet.

Apesar de ser um romance, não é nada água com açúcar. A partir do momento em que a polícia secreta do Chile leva o protestante Daniel, o separando da amada Lena (Emma Watson), você não consegue mais ficar confortável nem um minutinho sequer até o filme acabar.

Daniel (Daniel Brühl) é levado para a Colônia Dignidad, um suposto culto religioso em que as pessoas servem ao pregador Paul Schäfer (Michael Nyqvist). Lena larga tudo e decide se infiltrar pra tentar salvar seu namorado. O que ela não sabia é o que de fato acontece na Colônia. E aí, meus amigos, é tensão atrás de tensão. E você só volta a respirar quando o filme acaba. No minuto final.

É uma LINDA história de amor, e uma triste história REAL que perdurou por muitos e muitos anos secretamente no Chile. O filme nos conta de uma forma um pouco romantizada o horror que muita gente viveu durante essa triste época de ditadura militar chilena.

O elenco é brilhante. Emma e Daniel dão um show, e Michael Nyvist dá vida a um nojento e asqueroso Paul Schäfer.

Prepare o lencinho.


Toy Story 4

“You’ve a got a friend in me!”

Sessão de terça-feira às 18h e a sala estava lotada de…. adultos! É isso mesmo, se tinham 2 crianças era muito. Isso porque o filme em questão, além de ser dos anos 90, e ter criado uma legião de fãs, hoje bem marmanjos, trata de uma questão que talvez o público infantil ainda nem entenda. E não, não estou falando apenas de amizade e lealdade, mas sim dos ciclos da vida.

Claro que ainda existe todo o lance da aventura, do trabalho em conjunto dos brinquedos e da relação criança-brinquedo, porque continua sendo um desenho animado.

No quarto filme da série, Woody e sua turma (de toys) já não pertencem mais à Andy (que foi para a faculdade) e agora moram na casa da pequena Bonnie, que ainda sofre em ir para a escola sem a companhia de algum de seus companheiros de mentirinha. Em seu primeiro dia de aula ela cria seu mais novo amigo/brinquedo, um garfinho de plástico que ela mesma customizou.

Woody tenta convencer Forky, o garfinho, de que ele é um brinquedo muito importante para Bonnie. Mas Forky se considera literalmente um lixo. E aí a aventura começa. Enquanto o novo toy tenta se jogar nas lixeiras (aqui você não vai parar de rir) e fugir de qualquer jeito, Woody tem a missão de mantê-lo sempre perto de sua dona, para que ela fique feliz.

Em uma das escapadas de Forky, o Cowboy e sua turma vão em busca dele e aí é que a busca acaba sendo mesmo interior para Woody.

Lindo filme e uma lição que fica mesmo pra nós, adultos. A de respeitar os ciclos da vida.

 

Espero que gostem! Divirtam-se! :)

Beijo Beijo